No dia 16/03/2021 foi ministrada a 9ª Masterclass do Programa FN10, Módulo 3. A mentora do Programa Jacqueline Lubaski, discorreu sobre o tema: “A felicidade do colaborador”.

É necessário observar que a felicidade dos colaboradores está intimamente ligada com os resultados da fazenda, onde, quanto maior a satisfação e engajamento de seu funcionário, maior a probabilidade de gerar lucro. O papel do gestor da propriedade é criar ferramentas e possibilidades para que o funcionário se sinta seguro e feliz.

Dados de pesquisas demonstram que quando as pessoas estão engajadas e encontram oportunidade de se desenvolver dentro do trabalho apresentam 46% mais satisfação, 75% menos índices de estresse, 32% mais comprometimento e melhoram a sua performance em 16%.

Quando o colaborador é motivado a fazer parte do propósito e do resultado da empresa, ele se sente inserido e consequentemente busca melhorar sua performance diária. Uma das maneiras de incluir o profissional, seria o engajando a se integrar com a dinâmica da fazenda (principalmente funcionários novos) onde será apresentado os valores organizacionais e apontar que quando a fazenda ganha, o funcionário também ganha.

Uma importante ferramenta para gestão de pessoas é a Pirâmide de Maslow, que organiza as necessidades humanas conforme sua prioridade, das mais básicas às mais complexas. De acordo com esta teoria, os indivíduos só passam para a próxima necessidade depois de satisfazer completamente a anterior, subindo gradualmente a pirâmide conforme realizam seus objetivos.

As características básicas são fisiológicas (alimento, repouso, moradia e roupa) e de segurança (do corpo, do emprego, de recursos de moralidade, da família, da saúde e da propriedade), onde, sem atingir níveis satisfatórios não é possível observar as demais necessidades. Logo após o indivíduo satisfazer suas necessidades básicas, entram as necessidades psicológicas, de amor/relacionamento e estima.

Neste terceiro nível, há busca por intimidade nas relações, o senso de pertencimento e de afeto, com sua família e em sua empresa. No penúltimo degrau da pirâmide, o ser humano desenvolve sua necessidade de estima, construção da autoconfiança e a conquista do respeito e reconhecimento dos outros. No topo, estão as necessidades de realização pessoal, como busca pela moralidade, criatividade, solução de problemas, ausência de preconceito e aceitação dos fatos.

Existem várias formas de implantar uma gestão eficiente de pessoas dentro da fazenda, sendo uma delas, conhecer em qual nível da pirâmide seus colaboradores estão. Esta pesquisa pode ser feita por meio de questionários, conhecer as angustias de cada um, feedbacks e/ou avaliações. A partir do momento que as necessidades básicas estão sendo garantidas, o próximo passo seria buscar o que interfere na saúde mental dos colaboradores, como por exemplo, se a gestão financeira individual está precária e está preocupando os colaboradores, é possível trazer aulas sobre o assunto, originando assim conhecimento e soluções.

Por último, é necessário trazer os funcionários para dentro dos números da fazenda, mostrar que os resultados são reflexos das atitudes tomadas e ouvir suas opiniões. Pode ser feita com quadro de gestão a vista, prêmios financeiros para as melhores ideias, entre outros. Quando a fazenda tem uma boa gestão de pessoas e existe uma clareza de propósito, ela se encontra no último nível da pirâmide. A felicidade da equipe é reflexo direto da liderança do gestor, ou seja, é necessário criar alternativas para que as pessoas se auto motivem, aceitar as suas opiniões e buscar pelo engajamento dos liderados, considerando a felicidade do colaborador como um investimento da propriedade.

Nesta oitava Masterclass Antônio Chaker discorreu sobre a importância da calibração da safra na pecuária, ressaltando a necessidade de focarmos nos processos da fazenda, criar metas além de iniciativas para incrementar a criação de gado.

Dentro do programa, uma fazenda pode ser considerada Nota 10 quando existe geração de valor, sendo estes econômicos e não econômicos. Além de valores monetários, é importante observar a geração de valores para os proprietários, que devem ter prazer, reconhecimento e orgulho pelo trabalho.

 Também é necessário agregar valor e visão de futuro, envolver a equipe de funcionários para que acreditem no projeto. Para tal, é imprescindível salários justos, além de condições de trabalho condizentes, clima organizacional e autonomia.

Ainda, o tratamento com o animal deve ser gentil, implantando manejos racionais e trabalhos com o menor estresse, para elevar o respeito com o gado. Por último, deve-se pensar na geração de valor para o ambiente, analisando a alta demanda governamental e de compradores.

Ao gerarmos valor para o meio ambiente, além de se respeitar as leis vigentes, multiplicamos nossa produtividade, pois, um ambiente vivo, aumenta a produção e, logo, a renda da atividade.

A partir dessa visão empreendedora, pode-se apurar a geração de valor segundo os fundamentos da atividade pecuária. O primeiro seria entregar de 3 a 6% do valor da fazenda, independente da localidade e valor da propriedade. Para fazendas arrendadas, é fundamental lucrar entre 15 e 20% do valor arrendado.

A margem sobre a venda para a cria, dever ser igual ou superior a 35%, independente do estado do mercado no momento. Para o ciclo completo o valor de referência é 30% e para recria e engorda 18%.

Um dos principais fundamentos é que o custo deve girar entre 0,5 @ para cada @ produzida, além de um desembolso/cabeça/mês de R$15,00 para cada 100g/dia de ganho.

Sendo assim, é imperativo para a calibração da safra ações e iniciativas que podem ser aplicadas em qualquer sistema produtivo. Consiste em controlar, definir, mensurar, aalisar e melhorar nossos dados.

Deve-se perguntar: O que eu espero da safra?  Quais lucros eu obtive até agora? Eu mantive o planejamento? Consegui entregar o que era para ser entregue? Se estou fora, porque estou fora? Que mudança de manejo, orçamento, nutrição eu vou fazer para ajustar isso? Qual a solução para cada problema?

O objetivo da equipe Fazenda Nota 10, é analisar número e auxiliar o produtor a tomar decisões.

Antecipando as estratégias, temos condições para a tomada de decisões a longo prazo. O primeiro passo sempre é saber onde estou e o que preciso melhorar. O planejamento e as ações podem ser elaborados de forma cautelosa e de forma gradativa. Uma má gestão da fazenda é que traz maus resultados, independente da época ou do sistema produtivo.

Por isso é importante ter maleabilidade com as mudanças que ocorrem no mundo, precisamos atualizar nossa forma de negócio para sempre termos os melhores lucros possíveis.

Como mensagem final é sempre importante ressaltar dois pontos: “a fazenda é o reflexo do dono e de suas ações” e “quem se compara, evolui”.

No dia 19 de Janeiro tivemos a primeira Masterclass do ano de 2021, sendo a 7ª do Programa, iniciando-se assim o terceiro módulo (Andamento da Safra: Rotinas de Sucesso). 

Nesta sétima masterclass, Antônio Chaker discorreu sobre fatores técnicos que determinam o lucro. A vivência dentro da pecuária é um fator determinante para seu êxito, pois, além de dados gerenciais, existe uma interação entre os fatores biológicos que ocorrem no dia a dia da fazenda. O gestor de uma fazenda deve ter amplo conhecimento dos processos que ocorrem nela, dos aspectos técnicos, econômicos e de gestão de pessoas. Onde, quanto maior o nível de conhecimento e de excelência sobre esses fatores, maior será o êxito da fazenda.

Para avaliarmos o progresso, temos 3 grandes grupos de indicadores:

– Indicadores de Sucesso: Demonstram o que foi conquistado dentro da atividade, como por exemplo, ganhar mais que 4% sobre o valor da terra, ganhar mais do que 15% sobre o valor do rebanho e mais que 20% do movimento de caixa;

– Indicadores de Controle: São métricas, elementos de controle, que são necessários para se atingir os indicadores de sucesso, como por exemplo, taxa de lotação (UA/ha), ganho médio diário (GMD), produção de arrobas, fertilidade, perda pré-parto, taxa de desmame, índices técnicos e financeiros;

– Indicadores de verificação: São dados que geralmente não são anotados, mas que possuem grande relevância no resultado final, detalhes como por exemplo, cochos de suplementação danificados, escore fecal aquém do esperado, animal com baixo escore corporal, animais com temperamento responsivo, colaboradores desmotivados, entre outros .

Além disso, para se ter êxito no projeto, é necessário aumentar o nível de produtividade da atividade e a margem, aumentar níveis de tecnologias aplicadas, gerando assim valor para o dono (segurança gerencial, resultado econômico, felicidade), para equipe (equipe, visão de futuro, felicidade, grau de comprometimento e engajamento), para sociedade (quanto maior geração de valor para a sociedade que está inserida, maior o êxito da fazenda) e para o meio ambiente.

Para a melhora dos resultados devemos acompanhar se o ocorrido é o esperado, atrair, motivar, manter e desenvolver pessoas que queiram fazer mais, além de dominar os processos de produção.

Sendo assim, o lucro do processo é extremamente influenciado por duas métricas, ganho médio diário e taxa de lotação. O GMD é responsável pela margem de lucro e a lotação pelo volume de produção.

Para salientar a importância desta primeira métrica, quando o GMD aumenta, o tempo de permanência do animal na propriedade diminui, aumentando assim o giro de estoque do rebanho e consequentemente a margem de lucro. Deve-se buscar gastar no máximo 0,6@/@produzida, ou em outras palavras, ter uma margem final ou lucro de 40%. Além disso, deve-se ter como meta nos diferentes sistemas de produção (cria, ciclo completo e recria e engorda), GMD globais de, 400g, 500g e acima de 600 g, respectivamente.

Existem elementos nutricionais e não nutricionais que afetam o GMD e a margem de lucro. Assim, deve-se ter em conta que a energia e proteína (macronutrientes essenciais para desenvolvimento animal) provenientes do pasto são 8 vezes mais baratas do que dos grãos, por isso, é necessário uma grande atenção para o manejo de pastagens.

Para uma melhor utilização destes elementos pelos animais, é necessário observar a proporção entre caule e folhas da forrageira, pois no caule os nutrientes encontram-se menos disponíveis devido ao seu alto teor de FDN e deposição de lignina.

Ainda, grande parte da margem deve conquistada na recria, pois é a fase onde há uma maior deposição de músculos. Nesta fase, os animais necessitam de menores teores de energia do que na fase de terminação, onde há uma maior deposição de gordura.

Para potencializar o GMD deve-se observar também fatores como infraestrutura da fazenda, conforto térmico para o gado, qualidade genética, manejo sanitário, manejo racional, entre outros.

Para se aproveitar ao máximo das pastagens, é necessário manejar bem a lotação durante o ano. No período das águas a oferta de forragem é maior, podendo-se aumentar a taxa de lotação e consequentemente atingir margem de ganho de 60%. Já no período das secas, aonde há uma queda nas temperaturas, além de baixa quantidade de chuvas, deve-se diminuir a lotação animal e criar estratégias para este período, buscando uma margem de ganho de 20%.

A estratégia deve se transformar em um sistema incremental que busca produzir sistematicamente mais com maior margem. É necessário a implementação de um sistema com os seguintes elementos: processos (gerenciamento de insumos, mão-de-obra, gerenciamento da produção e resultados), subprocessos (monta, nascimento desmame, descarte), atividades (verificar condição de escore corporal de novilhas e primíparas, cumprir programa de suplementação) e indicadores de sucesso, controle e verificação (peso das novilhas, altura de manejo das pastagens, consumo de minerais e suplementos).

Logo, resumidamente, as frases da masterclass foram: “É necessário entender que folha verde é o que cria margem e estratégia de manejo entre safras é o que determina lotação” e “Nós somos o que fazemos repetidamente. A excelência, portanto, não é um ato, mas um hábito” (Aristóteles)

No dia 15/12/2020 foi ministrada a 6ª Masterclass do Programa FN10 finalizando o Módulo 2 (Gestão de pessoas). A mentora do Programa Jacqueline Lubaski, discorreu sobre o tema: “Feedback – A Ferramenta a favor do crescimento”

Jacqueline discorreu sobre a importância do feedback, que é uma ferramenta que muito auxilia a manutenção da performance dos colaboradores, aumentando a produtividade geral da empresa, alinhando as expectativas e resultados, além de identificar o que está acontecendo na propriedade. Porém, mais de 50% dos gestores não sabem passar um bom feedback, nas fazendas o número é mais alarmante, chegando a 78%.

O objetivo principal de um feedback é auxiliar as pessoas a melhorarem sua performance no trabalho, por meio de fornecimento de dados, críticas construtivas e orientações dirigidas. Estes dados devem ser assertivos, com amor e verdade, com real desejo de desenvolver a outra pessoa e a si mesmo, necessitando de comunicação leve, sem julgamentos.

Esta ferramenta quando aplicado em uma empresa, dá voz aos funcionários, amplia a visão que eles têm da empresa e de si mesmos. O gestor deve ser receptivo a receber opiniões, fortalecendo os vínculos entre líderes e liderados e também entre colegas de trabalho. O feedback deve ser realizado sempre que necessário, dependendo do modelo que for estabelecido pelos gestores, podendo ser trimestral, mensal e até diário. Não precisa ser formal, pode ser em qualquer momento oportuno do dia a dia da fazenda.

Existem algumas formas desta devolutiva, entre elas, podendo ser de forma coletiva (durante reunião de equipe, mostrando a ação do grupo de colaboradores), ou ainda com o Plano de Desenvolvimento Pessoal (PDI ou 360º, o próprio funcionário, o gestor e os outros colaboradores o avaliam, criando uma avaliação completa e assertiva).

O feedback positivo deve ser embasado em dados reais, mostrando as melhorias que as atitudes daquele colaborador trouxeram para dentro da fazenda. Este tipo de retorno deve ser feito imediatamente após alguma ação, melhoria ou comportamento interessante que deve ser destacado. O construtivo é apontando algo a ser aprimorado, trazendo uma solução para resolução de um determinado problema. Nesse caso, a abordagem é um fator crucial para que ele seja bem-sucedido

Por último, a palestrante abordou sobre o feedback sanduíche, que acontece em três camadas – ou etapas: A primeira é o quebra-gelo, na qual o gestor ou líder faz um elogio ou destaca características positivas do colaborador para que ele esteja mais aberto para ouvir o restante do feedback. A camada do meio consiste no apontamento dos pontos a serem melhorados. Normalmente ela é feita em forma de pergunta, como: “Será que se você mudasse tal rotina, o resultado não poderia ser melhor?”. Já a última etapa é aquela que vai concluir o feedback, então, tem foco no futuro. Aqui, o importante é encorajar e motivar o colaborador.

Porém, necessita-se adotar alguns cuidados, como treinar e organizar muito bem o que será falado, para não ser mal interpretado. Além disso, é necessário aproveitar o momento do feedback, para também receber avaliações e valorizar a opinião do outro. Assim que detectar algum problema, aplique um feedback no momento mais propicio, evitando que a situação se agrave. Evite trazer só pontos negativos e ser muito áspero, mostrando rigidez. Quando for necessário, o feedback individual deve ser adotado, impedindo assim, constrangimentos ou interpretações equivocadas.

Acompanhar o feedback e suas atividades são as melhores formas de alcançar a motivação e estímulo dos profissionais.

Nos dias 11, 12 e 13 de novembro, realizamos a Reunião “Taca Pedra” com três fazendas participantes do Programa FN10, sendo elas:

*Fazenda Paiolão, representada pelo Carlos Krause e equipe;
*Fazenda Ciriana, representada pelo Rangel Dinardi e equipe;
*Fazenda São Camilo, representafa pela Ana Paula Gouveia e equipe.


Em cada reunião conseguimos falar sobre os indicadores do trimestre pela plataforma, discutindo os principais pontos fortes e os pontos de melhorias apontados no diagnóstico desses três primeiros meses de safra. Além disso, estipulamos metas para os próximos três meses, abordamos as melhorias a curto prazo e planejamos pontos importantes de entregas para os próximos 90 dias.

No dia 17/11/2020 tivemos a reunião da 5ª Masterclass do Programa Fazenda Nota 10 do Módulo 2 (Gestão de pessoas).
A Masterclass foi ministrada pela mentora Jacqueline Lubaski com o tema: COMO ATRAIR, SELECIONAR E DEMITIR UM COLABORADOR.

Foi abordado sobre como receber um colaborador em sua propriedade, deixar a pessoas se sentirem bem no local;
Como delegar tarefas para as pessoas e não abdicar;
Como melhorar a gestão de talentos com a avaliação de desempenho (avaliação para seus colaboraadores e gestores);
Como demitr, qual o caminho a percorrer, preparar a escolha e o momento certo para demissão e o que dizer e não dizer no momento de desligamento;
Além disso foi abordado sobre a importância da conversa no desligamento do colaborador, sendo direto, falando com clareza, respeito e educação;
Reconhecendo as contribuições positivas durante a jornada;
O desligamento do colaborador é um ponto importante para obter apontamentos de melhoria para a propriedade, mas lembrando (demissão não é um feedback).

Ao final de cada Masterclass os participantes tem acesso aos materias complementares ligados ao tema sendo ebooks, planilhas e tarefas que ajudam no dia a dia do trabalho.

A Masterclass está gravada na Universidade Inttegra no Módulo I.

Foto 5ª MasterclassBaixar

No dia 20/10/2020 tivemos a reunião da 4ª Masterclass do Programa Fazenda Nota 10, sendo a primeira reunião do Módulo 2 (Gestão de pessoas). A Masterclass foi ministrada pela mentora Jacqueline Lubaski com o tema: “GESTÃO DE PESSOAS COM DIFERENCIAL COMPETITIVO NO AGRONEGÓCIO”.

Iniciando o “Módulo 2” com o tema e foco “Técnicas para gerir equipe de alta Performance”, iremos contar com o total de três Masterclass por módulo, e módulo atual será focado em gestão de pessoas e equipe.

O objetivo do Módulo 2 é capacitar as fazendas participantes do FN10 a realizarem a gestão de pessoas abordando temáticas como: engajar a equipe, como fazer os colaboradores sentirem-se felizes e produtivos onde trabalham, como identificar o perfil profissional e sua melhor função, como atrair e selecionar um colaborador, além de formalizar metas, desempenho da equipe entre outras ferramentas.

Ao final de cada Masterclass os participantes tem acesso aos materias complementares ligados ao tema sendo ebooks, planilhas e tarefas que ajudam no dia a dia do trabalho.

A Masterclass está gravada na Universidade Inttegra no Módulo I.

GTPS: Grupo de Trabalho da Pecuária Sustentável

O Guia de Indicadores de Pecuária Sustentável (GIPS) do GTPS é uma ferramenta de auto avaliação com o objetivo de fornecer informações e orientações sobre a pecuária sustentável.

O GTPS busca o desenvolvimento de uma pecuária sustentável, através do equilíbrio entre os pilares econômicos, sociais e ambientais, é o que nos guia em nossas ações.

Como uma entidade sem fins lucrativos, o GTPS e todos os seus membros assumem o compromisso com o desenvolvimento sustentável da pecuária, por meio da articulação de cadeia, da disseminação da informação e apoio a melhoria continua.

Com ações estruturadas a iniciativa é a voz para o mundo de que no Brasil é possível produzir carne com a manutenção da biodiversidade.

Para cadastro e mais informações segue o site: https://gips.org.br/

É uma iniciativa inédita que cruza informações dos fornecedores da Companhia com dados de trânsito de animais. A nova tecnologia permitirá estender aos demais elos da cadeia produtiva o monitoramento socioambiental que já é feito nos fornecedores da JBS na Amazônia, passando a identificar, monitorar e analisar também os fornecedores dos fornecedores diretos da Companhia.

A Plataforma usará tecnologia blockchain para dar confidencialidade e segurança no acesso às informações e transparência nas análises dos fornecedores. As informações geradas pela plataforma serão conectadas ao Sistema de Monitoramento de Fornecedores da JBS, que realizará a análise de dados de acordo com os critérios da Política de Compra Responsável de Matéria-Prima. O trabalho será auditado e seus resultados reportados no Relatório Anual e de Sustentabilidade da Companhia.

A iniciativa será desenvolvida e executada em 4 fases:

Desenvolvimento, Operacinalização, Expansão e Adesão

Site: https://jbs.com.br/juntospelaamazonia/iniciativas/plataforma-verde/